Pode ter pesado também a favor da França o fato de chegar a 2019 com a experiência de ter sediado o Mundial Feminino Sub-20 de 2018, no qual venceu a disputa com a África do Sul

A candidatura francesa levou a melhor sobre a da Coreia do Sul, o único outro país que ainda lutava para receber a competição. Inglaterra, Nova Zelândia e África do Sul até manifestaram o desejo de também concorrer, mas não apresentaram propostas oficiais. Com isso, o país europeu sucederá o Canadá, que sediará a sétima edição da Copa do Mundo de Futebol Feminino este ano, entre os dias 6 de junho e 5 de julho.

“O critério para a candidatura cobriu uma série de áreas, incluindo a eficiência do custo, promoção, o potencial para criar um inovador e significativo programa de legado para o futebol nacional, o suporte e envolvimento da comunidade do futebol, a infraestrutura existente e a viabilidade de projetos para melhorá-la, assim como apoio público e privado”, explicou a Fifa em comunicado.

Pode ter pesado também a favor da França o fato de chegar a 2019 com a experiência de ter sediado o Mundial Feminino Sub-20 de 2018, no qual venceu a disputa com a África do Sul. O país será o sexto a receber a principal competição da modalidade, sendo que China e Estados Unidos, duas vezes cada, Suécia, Alemanha e Canadá são os outros.

A Copa do Mundo de Futebol Feminino é disputada a cada quatro anos desde 1991, quando teve sua primeira edição na China. Os Estados Unidos, campeões justamente na estreia e em 1999, e a Alemanha, em 2003 e 2007, são os maiores vencedores. Na última edição, em 2011, o título ficou com o Japão. O Brasil tem um vice-campeonato em 2007 como melhor resultado.