Seminário de futebol feminino termina com troca de experiência e ações para o futuro

Camilla Orlando é ex-jogadora de futebol. Não teve oportunidade de chegar à Seleção Brasileira, mas usa a experiência que teve nos Estados Unidos para ajudar as meninas da modalidade.

Esse foi o tema da sua palestra no Seminário de Desenvolvimento do Futebol Feminino. Camilla falou do Capital Feminina, projeto que tem na cidade de Brasília. Ela tenta atrair cada vez mais meninas para jogar futebol.

– Sei que não sou a única que faço isso no Brasil. Temos que aproveitar todos os projetos que existem. O Capital Feminina é mais do que uma paixão. É a oportunidade de um futuro melhor para as meninas.

O objetivo de Camilla não é, necessariamente, levar suas alunas até o profissionalismo no futebol. Sua meta é estimular o amor pelo esporte e a diversão das meninas com o futebol feminino. O projeto tem alunas de 7 a 17 anos.

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Terminou no Rio de Janeiro o Seminário de Desenvolvimento de Futebol Feminino. Os dois dias de palestras e troca de experiências serviram para traçar os próximos passos para a modalidade. Os presentes tiveram a oportunidade de ouvir dos representantes da FIFA, Mayi Cruz Blanco, Gregory Engelbrech e Eric Lovey as ações aplicadas em outros países, além de sugestões de eventos, lembrando da necessidade de ações que possam ser sustentáveis ao longo do tempo. Os membros da entidade máxima do futebol lembraram ainda que este é o momento do Brasil, a grande oportunidade de desenvolver o futebol feminino nacional.

“Este é o início de um processo novo. A mudança já começou. Assisti a diversos projetos feitos pelo Brasil inteiro e isso nos motiva para esta nova fase do futebol feminino. Não vamos conseguir nada se não tivermos o apoio de vocês”, afirmou o diretor do Fundo do Legado da Copa do Mundo de 2014, Oswaldo Gentille.
Segundo o coordenador de futebol feminino da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Marco Aurélio Cunha, o evento foi enriquecedor. “Ouvi muitos depoimentos que contam a história do futebol feminino. São exemplos de luta, dificuldade, mas, acima de tudo, de superação e força de vontade. Vocês, representantes de clubes e federações, e ex-jogadoras têm que nos ajudar a construir um futuro melhor para a modalidade”, ressaltou.

Como questões principais, a FIFA vê a estruturação de um plano de ação, que abranja cuidados com as categorias de base, capacitação de profissionais do futebol feminino e as competições nacionais – categorias menores e adulta.

 

3 Comentários

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    Maria do Carmo junho 10, 2015

    Parabéns Camila Orlando! Excelente trabalho e muita persistência menina. Avante esporte! Avante atletas do futebol feminino.♧♧♧

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    Gabriella junho 10, 2015

    Prático o futebol em minha cidade e tenho muita vontade de envestir na profissão, mas como minha família não tem condições fica apenas na vontade.

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    Samara Ketley Moraes Lopes setembro 20, 2015

    poderiam fazer um no Recanto das Emas na quadra 103

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